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Representantes dos setores público, privado e financeiro debatem a sustentabilidade no RS

Desenvolvimento

Representantes dos setores público, privado e financeiro debateram temas relacionados à sustentabilidade no Fórum de Desenvolvimento Sustentável do Sul do Brasil. O evento ocorreu na sede do Ministério Público, na tarde desta segunda-feira (3). A iniciativa encabeça o Projeto RS Sustentável, da Rede Pampa, que tem como objetivo discutir temas de interesse da sociedade como um todo. Um dos pontos centrais do evento foi a Agenda 2030, que hoje, conta com o compromisso assumido por praticamente todas as nações, alinhadas a 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a 169 metas para erradicar a pobreza e promover vida digna para todos, dentro dos limites do planeta. Entre as metas estão: acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares; construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação e medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos. 

O presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, foi um dos palestrantes no Painel Setor Privado, que incluiu ainda os presidentes da Fecomércio, Luiz Carlos Bohn, e da Farsul, Gedeão Pereira. Petry ressaltou que a ideia de que o desenvolvimento sustentável diz respeito apenas ao meio ambiente permeia a sociedade, mas que precisa ser repensada. Ele lembrou que o desenvolvimento se apoia em três sustentabilidades: econômica, social e ambiental. Também ressaltou que a função da indústria é gerar emprego e sem essas vagas, não há sustentabilidade social. “A Agenda 2030 acertou ao colocar, entre os seus 17 objetivos, a promoção da industrialização. Não há país desenvolvido no mundo que não tenha um setor industrial pulsante, estimulado através de políticas públicas consistentes, simplificadoras e com segurança jurídica. O mesmo queremos para o Brasil e para o Rio Grande do Sul”, declarou Petry. 

Ele informou que a FIERGS foi a primeira federação empresarial do Brasil a criar um Conselho de Meio Ambiente, no ano de 1990, e que até hoje integra a estrutura temática da entidade. “Naquela época, já lançávamos o conceito de ‘recriação ambiental’, pelo qual ‘preservar’ não é somente perpetuar algo ‘intocado’, mas admite alternativas de compensação”, destacou o presidente da FIERGS.


Crédito foto: Dudu Leal