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Se você pensar na geração dos seus pais e avós, sem muito esforço verá que os hábitos eram bem diferentes. Hoje, as pessoas se comunicam por vídeo sem limites de distância ou caracteres, divulgam fotos em tempo real e, até mesmo, possuem minirrobôs que limpam suas casas ou ajudam a escolher que música ouvir. Há menos de 30 anos, isso era impensável. A era digital transformou a vida social das pessoas,  modernizou os lares e as empresas.

TODAS AS GRANDES MUDANÇAS TÊM SUAS CONSEQUÊNCIAS

Os impactos da tecnologia no cotidiano são muitos e evidentes, como já comentamos. Porém, muitas vezes, encantados pelas facilidades que ela nos proporciona, não paramos para refletir como a tecnologia também pode estar afetando negativamente nossas vidas. A seguir, alguns exemplos: 

ESTRESSE

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 90% da população mundial sofre com o estresse. E no Brasil, a preocupação também é grande. Segundo um levantamento da Associação Internacional do Controle do Estresse (ISMA), já somos o segundo país do mundo com o maior nível de estresse. Afinal, o que a era digital tem a ver com isso? Tudo! Hoje em dia as pessoas levam trabalho para casa e sofrem com o excesso de informações recebidas em seus smartphones e computadores.

A tecnologia prometeu reduzir as tarefas do homem, mas o que vemos na realidade é que ela aumentou a competitividade por uma posição no mercado de trabalho, fazendo com que as organizações tenham de se empenhar sempre mais na busca de melhores resultados.

ANSIEDADE

Os medicamentos ansiolíticos são os remédios controlados mais usados no Brasil. No trabalho, a ansiedade é uma realidade cada vez mais evidente, afetando a produtividade e a satisfação do trabalhador. Em ambientes cada vez mais hiperconectados, imediatistas e com um grande volume de informações, o gatilho para a ansiedade é cada vez mais iminente.

DEPRESSÃO E BAIXA AUTOESTIMA

A depressão caminha para ser a doença mais incapacitante do mundo. Os motivos são os mais diversos, todo transtorno mental é multifatorial. No entanto, já é observado pelos especialistas que as redes sociais têm um papel importante no desencadeamento de transtornos como a depressão..

Horas e mais horas navegando pelas mais diversas plataformas comparando a própria vida com a de amigos e personalidades têm sido uma das principais causas para a sensação de frustração e inferioridade, que culmina em uma baixa autoestima, levando aos primeiros sintomas da depressão.

Outra questão evidente que pode influenciar de modo negativo na depressão é a constante busca por aprovação. Isso acontece quando o indivíduo posta um momento “feliz” apenas para ganhar “uma curtida”.

Essa ação dá a falsa sensação de acolhimento à medida que as respostas vão sendo apresentadas. Mas a verdade é que o indivíduo está em busca da aprovação e, quando esse retorno é frustrado, as chances dos sentimentos negativos serem desencadeados são ainda maiores.

Portanto, a saúde na era digital também passa por ficar atento à sua interação nas redes sociais. É preciso viver mais no mundo off-line e se conectar com pessoas de verdade.

A CONTRIBUIÇÃO DAS EMPRESAS PARA MELHORAR A SAÚDE DOS TRABALHADORES NA ERA DIGITAL

Empresas são feitas por pessoas e nenhuma máquina será capaz de substituí-las. Por isso, é preciso ter um olhar mais atento com os trabalhadores, a fim de promover uma melhor qualidade de vida no trabalho e incentivá-los a adotar hábitos mais saudáveis, investindo em saúde física e mental. Com isso, tanto empresa quanto empregados têm muito a ganhar.

INVESTIR EM SAÚDE MENTAL É INVESTIR NA PRODUTIVIDADE DOS TRABALHADORES

Investir na saúde mental dos líderes e trabalhadores é investir na produtividade da sua empresa.  A Gerência de Saúde Mental do SESI Rio Grande do Sul conta com uma equipe de especialistas em saúde mental no trabalho. Nosso portfólio possui uma série de serviços como terapia online, terapia in company, cursos, palestras, workshops e consultorias. Clique aqui e conheça o nosso portfólio completo.

sexta-feira, 29 de Outubro de 2021 - 16h16

Comentários

Belíssimo artigo. Como professor, presencio e constato tais fatores diariamente. Vou utilizar este artigo em minhas aulas (com os devidos créditos, certamente)

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