Para Ana, uma das grandes oportunidades proporcionadas pelo projeto foi conviver com estudantes de outras turmas e séries, o que impactou diretamente no seu crescimento pessoal. "O contato com vivências e histórias antes desconhecidas ocorreu de forma muito rica, apesar da convivência diária no ambiente escolar. A iniciativa também possibilitou a melhoria das habilidades de oratória, úteis na escola e, futuramente, no mercado de trabalho", diz.
Geovana aponta a superação de frustrações como um dos grandes aprendizados. "O processo exigiu paciência e persistência diante de resultados inesperados, o que demandou pausas para pensar e buscar soluções diferentes. A classificação para a etapa nacional comprova que o esforço, as dificuldades e a dedicação da equipe valeram a pena", afirma.
A empolgação com a viagem para a disputa nacional marca o atual momento do grupo. Segundo Iasmin, a preparação agora é focada nos ensaios: "A expectativa envolve conhecer outros lugares, equipes e diferentes apresentações artísticas, além de levar a arte criada no Rio Grande do Sul para outro estado."
O sentimento é reforçado na avaliação de Ana sobre os objetivos do grupo no Nordeste. "A meta consiste em encerrar a passagem por João Pessoa com orgulho do esforço que colocamos no projeto. A conquista de mais uma medalha será excelente, mas o principal é a dedicação e a certeza de que o trabalho valeu a pena."
REPRESENTAÇÃO
Também na categoria artística, a Supernova, da Escola Sesi de Novo Hamburgo, conquistou o quarto lugar. As equipes CoalaBots e TuskBots, de São Leopoldo, participaram da disputa na categoria Resgate. Na mesma modalidade, a Equipe Krenak representou a Escola Sesi de Gravataí.